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Puxada por custos de eletricidade residencial e medicamentos, inflação medida pelo IPC-S avança

Por Agência Rádio 2 – 11/05/2021

 

Inflação medida pelo IPC-S, o Índice de Preços ao Consumidor-Semanal, acumula alta de quase 7 e meio por cento.

O indicador atualizado semanalmente pela Fundação Getúlio Vargas permite detectar com agilidade mudanças de curso na trajetória dos preços.

Os números divulgados nessa semana foram calculado com base nos preços coletados entre os dias 8 de abril e 7 de maio e comparados com os coletados entre 8 de março e 7 de abril de 2021.

Eles revelam inflação de 0,33%. Com isso, o IPC-S, agora acumula alta de 7,47% nos últimos 12 meses.

Nesta apuração mais recente, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação.

A maior contribuição partiu do grupo Habitação, cuja taxa passou de 0,21% para 0,56. Também avançaram os custos dos grupos Alimentação, Saúde e Cuidados Pessoais e Educação, Leitura e Recreação.

Individualmente, a FGV destaca os custos mais altos com  tarifa de eletricidade residencial, hortaliças e legumes, medicamentos em geral e material escolar – desconsiderando os livros.

Em contrapartida, os grupos Despesas Diversas, Comunicação, Transportes e Vestuário apresentaram recuo em suas taxas de variação e ajudaram a segurar um avanço mais intenso do IPC-S.

Nestas classes de despesa, vale citar os itens: alimentos para animais domésticos (0,91% para gasolina  e roupas masculinas.

 

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