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Produção da vacina chinesa no Brasil é dificultada por falta de matéria-prima importada, diz diretor do Butantan

Por Agência Rádio 2

Diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, reclama da demora da Anvisa para autorizar a importação de matéria-prima da farmacêutica Sinovac, que permitirá a fabricação da CoronaVac no Brasil.

O instituto é parceiro da farmacêutica e prevê a importação de seis milhões de doses prontas do imunizante.

E, até dezembro, fabricar outras 40 milhões de doses.

Para isso, necessita da matéria-prima chinesa.

Segundo a colunista Monica Bergamo, Dimas Covas afirma que enviou pedido formal de liberação excepcional da importação do produto há um mês.

Mas recebeu da Anvisa a resposta que o assunto será tratado em reunião no dia 11 de novembro.

O diretor disse à coluna que está inconformado e ansioso, já que uma liberação que demora dois meses deixa de ser excepcional.

Covas garante que a fábrica do Butantan está pronta para produzir a vacina e que aguarda apenas a autorização para importar a matéria-prima.

O tempo necessário para fabricação, realização de testes de qualidade e liberação da vacina é de 45 dias.

O que deve estender a previsão inicial das primeiras doses feitas em território nacional até o fim de janeiro, avalia o diretor.