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Preços do arroz, do óleo e do tomate disparam e puxam custo de vida do brasileiro

Custo de vida do brasileiro volta a subir.

O avanço, na segunda medição de outubro do Índice de Preços ao Consumidor-Semanal, o IPC-S, da Fundação Getúlio Vargas, chegou a 1,01 por cento.

Em todos os grupos de despesas houve aumento de preços.

Inclusive vestuário e educação, setores bastante afetados no início da pandemia, com o fechamento do comércio e a suspensão das aulas, mas que começam a se recuperar, com a retomada aos poucos das atividades.

Porém, quando se analisa os itens que mais puxaram o custo de vida do brasileiro, fica claro que os alimentos ainda são o grande vilão.

Principalmente óleo, arroz e tomate, que ficaram entre nove e 26 por cento mais caros.

É verdade que os preços do mamão, da batata, da cebola e da manga, por exemplo, caíram.

Mas, ainda assim, os alimentos, no geral, subiram 2,11 por cento, mais que o dobro do aumento médio de preços apurado pela Fundação Getúlio Vargas.

Vale lembrar que a seca nas regiões de lavoura e o aumento das vendas para outros países, por conta da alta do dólar, têm feito com que a oferta de alguns itens seja pequena, aqui no Brasil.

O que puxa os valores pra cima.

Assim como o aumento da procura por certos alimentos, uma vez que o auxílio emergencial botou mais dinheiro pra girar na economia.

Por fim, vale destacar, ainda, uma alta de 45 por cento no preço da passagem de avião, já que a reabertura econômica e do setor de turismo fez muita gente voltar a viajar.

 

Por Rádio 2