Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp

Pais devem incentivar os filhos a retomar o convívio escolar; guia ajuda nesse processo

Por Agência Rádio 2 – 02/03/2021

 

As sensações de medo e insegurança geradas pela pandemia também afetam as crianças e são um grande desafio para a volta presencial das aulas.

Elas são consequência do confinamento, do receio de ser infectado pela Covid-19 e das dificuldades econômicas enfrentadas por muitas das famílias.

O professor de psiquiatria da infância e adolescência da Faculdade de Medicina da USP, Guilherme Polanczyk, diz que a reação varia de acordo com a idade da criança.

O médico explica que o nível de estresse tende a ser ainda maior quando o pai ou a mãe trabalha na área da saúde.

Além de ser um grupo com maior risco de contaminação, esses profissionais têm enfrentado uma carga de trabalho muito grande e ficado mais afastados dos filhos.

Neste período de volta gradual das aulas presenciais, o professor Guilherme Polanczyk avalia como positivo o retorno ao convívio escolar, desde que garantidas as medidas de segurança.

Para orientar a população em relação à retomada das aulas e de outras atividades, especialistas de diferentes áreas lançaram um Guia de Saúde Mental.

O documento foi desenvolvido pelo Instituto de Ciências Integradas em parceria com a UpJohn, uma divisão Pfizer, e traz uma variedade de dicas para serem aplicadas no dia a dia.

psiquiatra Guilherme Polanczyk fala sobre os temas que serão abordados no Guia.

O médico lembra que alguns dos sinais de estresse em crianças e adolescentes são: dificuldade para dormir, relatos de preocupação, alterações de comportamento e até queixas de dor física, sem explicação.

É importante que os pais fiquem atentos e que busquem a ajuda de um profissional se perceberem que a situação está muito intensa.

Além disso, as famílias podem contar com as orientações do Guia de Saúde Mental Pós-Pandemia no Brasil, que está disponível na internet, no endereço: guiasaudemental.com.br