Número de pessoas que lavam as mãos com frequência é menor do que no início da pandemia

Por Agência Rádio 2 – 22/06/2021

 

Medidas das mais eficazes para evitar contaminações não apenas pelo novo coronavírus, mas também por outros patógenos, lavar as mãos deixou de ser um hábito muito frequente entre as pessoas.

No início da pandemia, em 2020, 78% das pessoas afirmavam que adotavam a prática ao menos seis vezes ao dia.

Agora, o índice caiu para 57% dos entrevistados.

Os dados são de estudo feito em um hospital de Chicago, nos Estados Unidos.

Negligenciar esse simples ato de higiene pode favorecer a disseminação de diversas doenças.

Por exemplo: gripes e resfriados, conjuntivites, infecção por salmonela, doença mão-pé-boca, mononucleose, hepatite A e infecções gastro-intestinais.

Os dados são de estudo feito em um hospital de Chicago, nos Estados Unidos.

Com as taxas de transmissão do novo coronavírus altas, o fato de estar vacinado não quer dizer que pode-se deixar de lado a lavagem frequente das mãos.

Principalmente, com o retorno das atividades produtivas e a circulação por ambientes fechados ou com maior frequência de público.

Muitos ainda não foram vacinados e são transmissores em potencial do vírus da Covid-19 ou de outros agentes que provocam doenças.