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Juros do cartão de crédito, do cheque especial e do empréstimo pessoal diminuem

Juros cobrados do consumidor fecham o mês de setembro em queda.

Pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, a Anefac, mostra que as taxas caíram em todas as modalidades de empréstimo pesquisadas para pessoas físicas.

Cartão de crédito, cheque especial, empréstimo pessoal com bancos, empréstimo pessoal com financeiras, CDC, para o financiamento de automóveis, e crediário, no caso de quem faz compras no comércio

Entre todas as linhas pesquisadas, os juros mais altos são os do cartão de crédito, na casa de 11 por cento ao mês.

Ou seja, quem não pagar o valor total da fatura e deixar pra trás 500 reais, por exemplo, verá a dívida aumentar, depois de 30 dias, para 555.

Já a menor taxa fica por conta do CDC com bancos: 1,34.

A Anefac citou alguns motivos que ajudaram a derrubar os juros.

Por exemplo: a redução da taxa básica, a Selic; medidas adotadas pelo Governo, de apoio à economia durante a crise; e a renegociação de dívidas com juros menores, até porque, sem isso, muita gente não teria condições de fazer os pagamentos, principalmente agora.

A entidade, porém, alerta que as taxas podem voltar a subir.

Uma vez que, sem uma recuperação da economia, o risco de calote pra quem empresta dinheiro passará a ser maior, o que também pode tornar a análise para liberação de crédito mais rigorosa.

 

Por Rádio 2