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Governo nega acordo com Butantan e diz que não comprará vacina chinesa contra o coronavírus

Bolsonaro diz que Brasil não comprará vacina chinesa contra o coronavírus. A declaração sobre a Coronavac, desenvolvida por um laboratório da China, em parceria com o Instituto Butantã, que poderá produzir as doses em São Paulo, foi feita menos de 24 horas depois do anúncio, por parte do Ministério de Saúde, de um acordo para a compra de 46 milhões de doses.

Depois, para esclarecer a polêmica, o secretário-executivo do Ministério, Élcio Franco, disse que de fato não há a intenção de compra da vacinas chinesas e que não houve nenhum compromisso, mas sim um protocolo de intenções com o Butantã.

O governador de São Paulo, João Doria, rebateu as declarações do presidente e deu a entender que Bolsonaro estaria mais preocupado com questões ideológicas e políticas que com a saúde das pessoas.