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Disponível na campanha de multivacinação, vacina contra o HPV reduz em 88% o câncer de colo de útero

Novo estudo comprova a eficácia da vacina contra o papilomavírus humano, o HPV, principal causa de câncer de colo de útero.

A infecção é adquirida por atividade sexual, por meio do contato com a pele e a mucosa da pessoa infectada, e a estimativa do Instituto Nacional do Câncer é que aproximadamente 16 mil novos casos da doença sejam registrados em 2020 no Brasil.

O Departamento de Radiologia e Oncologia da Universidade de São Paulo e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, realizaram um estudo realizado na Suécia. No estudo foi verificada redução de 88 por cento nos casos de câncer de colo de útero nas jovens imunizadas:. Outras pesquisas já haviam demonstrado a eficácia da vacina na redução de lesões anteriores ao câncer,  pesquisadores alertam que os homens também devem se proteger do HPV. Levantamento do projeto POP-Brasil, desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre em parceria com o Ministério da Saúde, mostra que a infecção por HPV afeta mais da metade dos jovens brasileiros.

Quando aplicada antes do início da vida sexual, a vacina garante maior eficácia contra o papilomavírus humano.

Outro cuidado importante é somente praticar sexo com proteção e, no caso das mulheres, realizar periodicamente o exame de Papanicolau, para o diagnóstico precoce do câncer de colo de útero.