Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp

Conta de luz não tem mais taxa extra por consumo, mas reajustes anuais variam de 7% a 24%

Por Agência Rádio 2 – 25/04/2022 – Foto: Divulgação

 

No último dia 16 de abril, a bandeira de escassez hídrica, que implica em cobrança de R$ 14,20 a mais na conta de luz, a cada 100 quilowatts/hora consumidor foi suspensa e, desde então, vigora a bandeira verde – que livra o consumidor desse tipo de taxa extra.

A medida, no entanto, não deve aliviar tanto o bolso do consumidor como o esperado.

É que, ao mesmo tempo em que a bandeira mais cara do sistema deixou de vigorar, a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, aprova os reajustes tarifários nas contas de clientes residenciais.

São os ajustes anuais que repassam ao consumidor alta dos custos das empresas distribuidoras de energia, principalmente por causa da inflação.

O índice de reajuste varia de acordo com a distribuidora.

O menor deles, este ano, é o reajuste de 7,17% autorizado para a CPFL Santa Cruz, que atende consumidores em São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Já o maior reajuste será o da Enel Ceará: 23,99%.

Para os clientes da CPFL Paulista, o aumento autorizado foi de 13,80% e, para tarifa de luz da Light, no Rio de Janeiro, de 15,41%.

Segundo a Aneel, os contratos de compra e distribuição de energia são reajustados considerando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, e pelo Índice Geral de Preços-Mercado, o IGP-M , respectivamente.

Ambos acumulam altas superiores à 10% nos últimos 12 meses.