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Antes de começar a preencher o IR, separe todos os documentos necessários

Por Agência Rádio 2 – 012/03/2021

 

Mais um fim de semana chegou e, com o avanço da pandemia no país, o recomendado é ficar em casa!  

Então, porque não aproveitar os dias que costumam ser mais calmos para organizar toda a documentação que você vai precisar pra preencher a Declaração do Imposto de Renda 2021. 

Isso, claro, se você não é um dos cerca de 3 milhões e meio de brasileiros que já acertaram as contas com o Leão.  

Mas se você ainda não o fez, o primeiro passo, sem dúvida, é separar os documentos. Facilita bastante na hora de preencher e enviar os dados pra Receita  

Então, vamos lá: pra fazer a declaração você precisa dos números de CPF e título de eleitor. 

Também é obrigatório informar CPF de todos os dependentes, seja qual for a idade deles.  

Tenha em mãos o número do recibo da declaração de 2020, porque você vai precisar, caso você tenha enviado o documento o ano passado. 

Separe o informe de rendimentos que você recebeu da empresa onde trabalha e você também vai precisar dos informes de instituições financeiras onde tem conta-corrente, poupança ou investimentos. 

Certifique-se que você está com os recibos dos gastos com despesas médicas e educação que pretende abater no Imposto de Renda. Se declarar algo sem ter como provar, você pode cair na malha fina! 

Para lançar esses gastos na declaração, você vai precisar informar o CNPJ ou CPF do prestador de serviço e os seus dados ou de um dependente, se for o caso. 

Aliás, importante: guarde todos esses comprovantes depois de enviar a declaração, a Receita pode pedir para vê-los por um período de até cinco anos. 

Se você vendeu carro, imóvel ou outros bens de valor, também vai precisar dos documentos relativos à transação, bem como os de eventuais financiamentos, pagamento de pensão alimentícia ou doação, recebimento de herança, empréstimos e consórcios. 

O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda 2021, ano-base 2020, começou no dia primeiro de março e vai até 30 de abril. 

Lembrando que, quanto antes você declarar, mais cedo pode receber a restituição. 

Assim como no ano passado, as devoluções serão feitas em 5 lotes mensais, com o primeiro programado para o fim de maio.