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Alimentos subiram quase o triplo da inflação em 12 meses; arroz e feijão estão entre os itens que mais encareceram

Por Agência Rádio 2 – 15/03/2021

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou, recentemente, números sobre a inflação no país em fevereiro.

Foi a primeira divulgação do IPCA, o indicador que mede a inflação oficial no Brasil, compreendendo 12 meses sob influência da pandemia de coronavírus, que foi decretada pela Organização Mundial de Saúde no dia 11 de março de 2020.

No período, de acordo com o órgão, o custo de vida do brasileiro subiu 5,2%.

E, entre os grupos que mais pressionaram o IPCA está o de alimentos.

Segundo o IBGE, em 12 meses desde o início da pandemia do novo coronavírus, o preço dos alimentos subiu 15% no país, quase o triplo, portanto, que os 5,2% considerados a taxa oficial de inflação do período.

Entre os alimentos que mais subiram em 12 meses até fevereiro, pressionando o índice, destaque para o óleo de soa, sujo reajuste beirou 88%, para o limão, com alta de 79%, e para o arroz e para a cebola, ambos com reajuste na casa de 69%.

Feijão fradinho e feijão preto, que são itens essenciais na mesa do brasileiro, aumentaram 59 e meio por cento e 51,6%, respectivamente. O feijão mulatinho foi o que teve a menor alta. Ainda assim, encareceu quase 34% no período.

E destaque ruim também para as carnes. Lagarto comum, acém, músculo, colchão, costela e peito de frango tiveram altas superiores a 30%. O reajuste do popular contrafilé ficou um pouco abaixo disso: 27,9%

Já entre os itens de alimentação cujos preços mais caíram em 12 meses, até fevereiro, o destaque vai para a banana da terra, que ficou quase 17% mais barata, goiaba, com deflação de 9%, maracujá e peixe cação, que ficara, respectivamente 6,3 e 5,3% mais baratos para o consumidor.